Nessa terça-feira (02), a SAC apresentou ao Grupo Executivo da Copa
(GECOPA) a lista de aeroportos que poderiam servir como alternativa para
desafogar os aeroportos das cidades-sede da Copa de 2014. O
planejamento foi realizado em conjunto com o Departamento de Controle do
Espaço Aéreo (DECEA), do Comando da Aeronáutica do Ministério da
Defesa.
A Aviação regular teve como critérios de seleção de aeródromos
públicos vários atributos, como distância com raio de até 250
quilômetros da cidade sede dos jogos, a existência de um terminal de
passageiros e de uma pista de pouso com mais de 1.500 metros.
Com isso, se por algum acaso ocorrer algum problema meteorológico ou
por motivos de gerenciamento de locais para estacionamento, a aeronave
poderá aguardar ou pernoitar em um aeroporto alternativo.
Para
a Aviação Geral, aeródromos, públicos ou não, com raio de até 500
quilômetros de distância das cidades sedes foram selecionados pelo
órgão. Também foram observados critérios como pista com mais de 1.300
metros e com resistência superior a PCN 7 (classificação de resistência
do pavimento da pista).
Essa lista que foi apresentada ao GECOPA é dividida em duas partes:
Aeródromos de destino e aeródromos alternativos, já prevendo um
direcionamento de acordo com as características do voo: internacional,
doméstico, aviação geral ou VIP (autoridades, delegações ou chefes de
Estado).
No caso dos jogos em Brasília, por exemplo, os aeródromos de destino
para aviação doméstica serão o Aeroporto de Brasília e de Goiânia.
Internacional, apenas o Aeroporto de Brasília. Aviação geral: Brasília,
Anápolis e Base Aérea de Anápolis. VIP: Base Aérea de Brasília. Os
aeródromos alternativos serão: Confins, Uberlândia e Uberaba, todos em
Minas Gerais.
Será divertido ver uma base aérea funcionando como um aeroporto
civil. Será que as companhias contratarão militares da FAB para realizar
o check-in dos passageiros?
Por Antonio Ribeiro
Imagem: Reprodução
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